Para o ano há mais :)


"Quando a convicção de possuír apenas o justo e necessário estabiliza-se firmemente no yogi, ele compreende a razão da existência." Yoga Sútras II-39

Bibliografia recomendada:
. Four Chapters on Freedom, Swami Satyananda Saraswatí
. Sebenta de Formação em Yoga, Pedro Kupfer
. The Heart of Yoga, Desikachar
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Miguel Homem estudou Tantra Yoga e Meditação com o Dada Dhyanananda, aprofunda-se no estudo e prática de ásana segundo o método Iyengar desde 2004, fez o curso completo de formação para instrutores de Yoga com Pedro Kupfer no Brasil e estuda Vedanta no Dayananda Ashram, em Rishikesh (Índia) com Pujya Swami Dayananda. Desde 2007 estuda Yoga e Ayurveda com Vamadeva Shastri (Dr. David Frawley do American Institute of Vedic Studies). Aprendeu ainda a arte do Thai Yoga Massagem com Choenzom Emchi, que começou a aplicar recentemente.
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http://www.dharmabindu.com/
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Simão Monteiro
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- Ensina Yoga desde o ano de 2001. - Formação em Swásthya Yoga (Lisboa, 2001 e 2002).
- Professor de Yoga certificado pela APIPSY, Prof. Edson Moreira (Barcelona, 2003 ).
- Ensinou em diversos centros e ginásios de Portugal (2001 e 2002) e Espanha (2003 e 2004) e fez viagens de estudo à Índia e ao Brasil (2004 e 2005).
- Organizador e orientador de workshops, retiros e encontros de Yoga desde 2005.
- Formação em Yoga orientado pelo Prof. Pedro Kupfer: Módulo I e II (em curso), intensivo e residêncial, na Quinta das Águias (Portugal, 2008/9). - Pratica Yoga com o Prof. Nuno Cabral em Lisboa (desde 2008).
- Retiro de Vedanta com o Swami Dayananda Saraswati (Portugal, 2008).
- Desde o ano de 2006 ensina Hatha Yoga Tradicional em Lisboa, Cascais e Almada.
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http://www.yogabindu.blogspot.com/
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Bruno Teixeira
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Fez formação profissional intensiva e extensiva sob a orientação do Prof. Edson Moreira e de outros amigos Yoguis (1998/2002), tornando-se instrutor de Yoga certificado pela APIPSY, (Espanha, Barcelona, 2002 ).
Referência especial à inspiração e orientação do Prof. Bal Krishna na prática da meditação (2003/09).
Formação em Yoga orientado pelo Prof. Pedro Kupfer; Módulo I e II (em curso), intensivo e residêncial, na Quinta das Águias (Portugal, 2008/9); Assinala-se a presença no Retiro de Jñana Yoga (Advaita Vedanta), da primeira vinda do Swami Dayananda Saraswati a Portugal.
Desde 1997, que se envolveu na prática e no estudo do Yoga e da Meditação, que o têm levado a uma vivência intensa e sincera dos ensinamentos, nomeadamente do Sámkhya, do Ashtanga Yoga de Sri Patãnjali, da filosofia Tríka (Shivaísmo de Caxemira), do Bhakti Yoga e Nada Yoga (mantra,kirtan, japa), do Tantra, do Hatha Yoga Tradicional segundo as observações dos textos clássicos e do Jñana Yoga de acordo com a tradição de Advaita Vedanta de Adí Shankarachárya, muito humildemente agradecidos a todos os que contribuiram e contribuem...
Orienta e organiza retiros, workshops e encontros de Yoga, Música e Meditação.
Fundador e co-orientador do PazPazes, Organismo Multidisciplinar de Cooperação, Formação e Desenvolvimento Humano (Porto-Gaia 2003/09);

Piñcha = pluma, pena
Mayúra = pavão
Dicas de execução
1ª Fase
1- Inicie o piñcha mayúrásana sentando-se sobre os calcanhares, no chão, (vajrásana) com os joelhos juntos.
2- Coloque o cinto acima dos cotovelos de forma que estes fiquem à largura das axilas. A função do cinto yogi é manter os cotovelos estáveis sem deixá-los abrir.
3- Apoie os antebraços no chão, paralelos entre si, com as palmas das mãos voltadas para baixo. Coloque um bloco de cortiça (ou de outro material) entre as mãos, ficando os polegares e os indicadores apertando suavemente o bloco. As palmas das mãos ficam bem apoiadas no chão, como ventosas, os dedos um pouco afastados entre si.
4- Inspirando estique as pernas, formando uma espécie de triangulo entre as pernas e o tronco. Pés paralelos à largura dos quadris.
5- Mantenha os ombros alinhados com os cotovelos e o pescoço numa posição relaxada.
6- Se puder caminhe com os pés em direcção da cabeça, mantendo as pernas esticadas (sem deixar os ombros baixarem à frente).
7- A dinâmica deste ásana assemelha-se à do adhomukha shvanásana, mas neste caso com os antebraços no chão.
8- Respire algumas vezes de forma tranquila.
2ª Fase
10- Construa a variação anterior usando a parede para apoiar os pés, de forma que as pernas fiquem paralelas ao chão.
11- A distância à parede deve ser tal que as pernas, ao ficarem esticadas, permitam a verticalidade do tronco e braços (mantendo os ombros alinhados com os cotovelos).
12- É fundamental manter as coxas bem activas, os pés empurrando a parede e os cotovelos empurrando o chão para que os ombros se mantenham alinhados.
13- É uma variação muito forte mas muito importante para o praticante ganhar estrutura. Sentirá enormes progressos no piñcha mayúrásana completo.
14- Pode experimentar tirar uma perna de cada vez para cima, mantendo-a em linha com o tronco e braços.
3ª Fase
15 – Encoste o bloco de cortiça ao rodapé ou parede. Repita os passos 1 a 8.
16 – Tire uma perna para cima e com um salto suba as duas pernas de encontro à parede. Mantenha o corpo bem esticado em direcção do tecto.
17- O salto pode ser feito com uma perna de cada vez ou com as duas ao mesmo tempo. Com a prática poderá fazer isso de forma bem subtil.
18 – Tente tirar um pé da parede e depois o outro, ficando em equilíbrio sobre os antebraços completando o piñcha mayúrásana. Cabeça fora do chão, olhando para trás ou para baixo, corpo em linha crescendo para cima.
19 – Alinhe os quadris e recolha o baixo ventre (uddiyana bandha) para não afundar a zona lombar nem fazer “rabo de pato”. Pernas juntas, esticadas e coxas activas. Plantas dos pés voltadas para o tecto. Ombros em linha com os cotovelos.
4ª Fase
20 – Experimente subir à verticalidade a partir do passo 14, tirando a outra perna para cima. Certifique-se que já tem um bom domínio sobre a posição.
21 – Depois de dominar com a ajuda da parede, bloco e cinto, comece a tentar sem o auxílio destes.
22 – Uma boa opção para chegar ao piñcha mayúrásana é partindo do shírshásana (invertida sobre a cabeça). O único que tem que fazer é tirar a cabeça do chão, continuando a manter o corpo alinhado verticalmente. Respire tranquilamente empurrando o chão com os cotovelos para subir a cabeça.
Outras sugestões:
É fundamental estar bem atento à respiração na hora de entrar, permanecer e sair do piñcha mayúrásana. Pode entrar inspirando ou expirando, sendo um movimento de elevação recomenda-se a inspiração mas caso sinta que tem tendência a ficar tenso ou a reter o ar melhor entrar expirando (pelo menos enquanto não dominar bem). Procure fazer respirações pausadas na permanência e, se possível, equilibrar os tempos da inspiração e da expiração (ex: inspire em 5 seg e expire em 5 seg). Para sair faça-o com expiração. Com a prática tente também entrar e sair do ásana no mesmo ritmo sugerido para a permanência, isso lhe proporcionará um foco muito grande na prática e um estado de grande serenidade.
Benefícios do piñcha mayúrásana
Contra-indicações:
Consulte o seu médico e professor de Yoga antes de tentar este ou outro ásana. Recomendamos especial atenção nos casos de: dor de cabeça, problemas cardíacos, hipertensão, menstruação, lesão nas costas, ombros ou pescoço.
Atenção
- Pratica Yoga desde o ano de 2001.
- Ensinou em diversos centros e ginásios de Portugal (2001 e 2002) e Espanha (2003 e 2004) e fez viagens de estudo à Índia e ao Brasil (2004 e 2005).
- Organizador e ministrante de workshops, retiros e encontros de Yoga desde 2005.
- Formação em Yoga orientado pelo Prof. Pedro Kupfer; Módulo I e II, intensivo e residêncial, na Quinta das Águias (Portugal, 2008/9).
- Retiros de Vedanta com Swami Dayananda Saraswati (Portugal, 2008) e com a Profª Glória Arieira (Portugal, 2009).
- Pratica Yoga com o Prof. Nuno Cabral (desde 2008).
- Ensina Hatha Yoga Tradicional dentro da tradição védica.